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Brasileiros devem gastar o dobro com compras de Natal

14 de dezembro de 2011

Nas compras de Natal deste ano, os brasileiros devem gastar o dobro do que gastaram em 2010, mesmo em meio à crise financeira internacional. A constatação foi feita por meio de uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos e divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nessa sexta-feira, 9.

De acordo com o levantamento, que ouviu 1 mil pessoas de 70 cidades em nove regiões do país entre 21 e 31 de outubro, aponta que os entrevistados estão dispostos a gastar, em média, R$ 121 por presente – na mesma época do ano passado, o valor médio era de R$ 57; em 2009, R$ 48.

A disposição para consumo varia, ainda, conforme muda a faixa de renda dos consultados. Entre a classe AB, o presente do Natal de 2011 terá preço médio de R$ 170; na classe C, R$ 123; e na DE, R$ 64.

Ainda de acordo com o levantamento, 42% das pessoas consultadas têm direito ao 13º salário e, destas, 32% pretendem usar o dinheiro extra para fazer compras de Natal, enquanto 28% devem pagar dívidas; 10% pretendem viajar e 9% ainda não sabem o destino do dinheiro, 8% têm a intenção de reformar a casa.

O percentual de entrevistados que têm direito ao 13º é maior que o dos anos anteriores, “igualando-se ao patamar recorde de 2008″, informou a Fiesp em comunicado.

Com informações do portal G1.com

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Inadimplência no país subiu 1,9% em novembro

12 de dezembro de 2011

A inadimplência do consumidor brasileiro subiu 1,9% no mês de novembro em relação a outubro, segundo dados da empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com o mesmo mês de 2010, a elevação é de 17,4%. No acumulado do ano, considerando os meses de janeiro a novembro, a alta é de 22,4% no comparativo com o mesmo período do ano anterior.

Segundo os economistas da Serasa, o aumento mensal é pontual, resultante da greve dos Correios, que atrasou o envio de boletos e faturas para pagamento. Também pode ser justificado pela falta de pagamento da segunda parcela das compras do Dia das Crianças.

A variação positiva do indicador, que nos últimos meses fazia o movimento contrário, com duas quedas consecutivas, é decorrente da alta em todos os itens. A maior elevação foi encontrada nos protestos, que subiram 12,4% de um mês para o outro. Em seguida aparecem os cheques devolvidos por falta de fundos, com alta de 10,4%, que representam 1,1% do total de 1,9% da variação.

Dívidas não bancárias, com financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços, e débitos com bancos, subiram 0,9% e 0,5%, respectivamente.

O valor médio dos títulos protestados ficou em R$ 1.369,39 no acumulado do ano, quantia 15,7% superior ao registrado no mesmo período de 2010. O valor médio dos cheques sem fundos foi R$ 1.354,40, crescimento de 8,2%. Já as dívidas não bancárias e débitos com bancos foram de R$ 322,36 e R$ 1.302,70, respectivamente, o que representam reduções de 17,4% e 0,7%, respectivamente.

Pedidos de falência voltam a crescer em novembro e chegam a 164

7 de dezembro de 2011

Em novembro, o número de pedidos de falência em todo o país voltou a crescer. Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado nesta quarta-feira, 07, os pedidos de falência passaram de 131 em outubro para 164 em novembro. Em novembro do ano passado, o indicador registrou 148 pedidos de falência.

Dos 164 pedidos feitos em novembro, 101 foram de micro e pequenas empresas, 43 de médias empresas e 20 de grandes corporações. Para os economistas da Serasa Experian, o aperto monetário e a greve dos Correios, em setembro (que durou quase um mês), foram os principais fatores que levaram a esse aumento da quantidade de pédidos de falência.

Com relação às falências efetivamente decretadas, novembro registrou o menor volume de ocorrências desde 2005, quando entrou em vigor a atual Lei de Falências. De acordo com o indicador, 35 micro e pequenas empresas e três empresas médias faliram. De janeiro a novembro deste ano, 1.617 pedidos de falência foram requeridos e 603 falências foram decretadas.

Comércio registra aumento de 1,5% no movimento de consumidores em novembro

5 de dezembro de 2011

O movimento dos consumidores nas lojas em todo o país cresceu 1,5% em novembro, de acordo com a empresa de consultoria Serasa Experian. Todos os segmentos tiveram crescimento, mas o que mais contribuiu para o resultado foi o de veículos, motos e peças, que teve alta de 4,5%. Móveis, eletroeletrônicos e informática cresceu 1,1%, combustíveis e lubrificantes, 1,4%, tecidos, vestuário, calçados e acessórios, 1,4% e material de construção, 0,9%. O setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas registrou estabilidade.

No acumulado do ano, a atividade varejista registrou expansão de 8,9%. O setor de material de construção continua na liderança com expansão de 11% no acumulado de 2011, seguido pelos desempenhos de 8,7% dos combustíveis e lubrificantes e de 8% do setor de móveis, eletroeletrônicos e informática.

De acordo com os economistas da Serasa, a suspensão temporária da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) mais elevado sobre os automóveis importados animou o movimento dos consumidores nas lojas do setor após a queda verificada em outubro. “Além disto, as medidas de relaxamento monetário [redução dos juros e reversão parcial das medidas macroprudenciais] e o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário também exerceram influência positiva sobre a atividade varejista no mês passado.”

Pacote de medidas de estímulo ao consumo representa R$ 2 bilhões a menos de arrecadação

2 de dezembro de 2011

O governo deixará de arrecadar R$ 130 milhões em dezembro com a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado no crédito para a pessoa física, anunciada nessa quinta-feira, 1º. A taxa anual do IOF caiu de 3% para 2,5%, segundo anunciou o Ministério da Fazenda. No total das desonerações divulgadas nesta quinta-feira, como forma de estimular o consumo e manter a economia aquecida, o governo assumiu uma renúncia fiscal de cerca de R$ 2,761 bilhões, segundo informou, há pouco, a Receita Federal.

No caso da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos da chamada linha branca, a renúncia fiscal é R$ 164 milhões, até o dia 31 de março de 2012, prazo de validade da medida. O IPI do fogão, que era 4%, agora tem alíquota zero. A geladeira terá o imposto reduzido de 15% para 5% e a máquina de lavar, de 20% para 10%. No caso de máquinas de lavar semiautomáticas (tanquinhos), a alíquota do imposto também foi zerada, sendo que, antes, era 10%.

O governo também reduziu de 9,25% para zero as alíquotas de PIS/Cofins sobre massas até o dia 30 de junho de 2012. Com isso, deixarão de ser arrecadados com o item R$ 284 milhões. Ainda dentro das medidas para o incentivo ao consumo, foi prorrogada, até 31 de dezembro de 2012, a desoneração de PIS/Cofins sobre trigo, farinha de trigo e pão comum. Nesse caso, a renúncia de impostos será R$ 528 milhões.

Outra medida foi a elevação do valor do imóvel para classificação como popular de R$ 75 mil para R$ 85 mil, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Também foi reduzida a alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil aplicável às incorporadoras imobiliárias com projetos no programa habitacional, de 6% para 1%. A renúncia fiscal nesse caso será R$ 59 milhões no ano.

Também foi regulamentado o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), que prevê a devolução de impostos no montante equivalente a até 3% das receitas de empresas exportadoras de bens industrializados. Nesse caso, a desoneração será R$ 372 milhões somente no mês de dezembro.

Processamento de declarações de IR é concluído e não há mais tempo de fazer retificações

28 de novembro de 2011

O processamento das declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2011 está praticamente concluído e não há mais tempo de fazer retificações. Os contribuintes que ficarem de fora do próximo lote terão que aguardar até janeiro de 2012, quando deverão ser liberadas da malha fina as primeiras declarações deste ano. O pagamento do último e sétimo lote regular de 2011 está previsto para o dia 15 de dezembro e a consulta deverá ser liberada nos próximos dias, provavelmente até o dia 10 de dezembro.

“É importante entender que tem todo o processamento das declarações para depois ter o processamento do lote. A Receita precisa, então, estar com todas as declarações processadas para serem liberadas, incluindo a correção dos valores. Já estamos no final do mês. Quem não retificou, não vai estar no lote”, explicou o supervisor Nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir.

Todos os anos a Receita Federal libera sete lotes regulares de restituições do Imposto de Renda. O primeiro em junho e o último em dezembro. O pagamento das restituições é sempre realizado nos dias 15 de cada mês, exceto quando a data cai em um final de semana ou feriado. Após a liberação dos lotes regulares, à medida que as declarações retidas na malha fina são corrigidas e há disponibilidade do Tesouro Nacional, a Receita libera ao longo do ano lotes residuais, como o que será liberado em janeiro.

Para resolver as pendências e sair da malha fina, sem precisar se deslocar até uma unidade da Receita Federal, na maioria dos casos o contribuinte deve acessar o Centro Virtual de Atendimentos e-CAC. Para isso é preciso fazer um cadastro no site da Receita Federal com o fornecimento do número do recibo das duas últimas declarações do Imposto de Renda. No e-CAC, o contribuinte tem acesso a informações, como os tipos de pendências, e ao extrato da declaração.

Mesmo sabendo que não entrará no último lote este ano, o contribuinte deve retificar a declaração o mais cedo possível e não aguardar a convocação da Receita Federal ou esperar até a liberação dos lotes residuais de 2012. Isso porque se o erro for no cálculo do imposto, quanto mais tempo a declaração ficar retida, mais haverá a incidência de juros, além de multa.

Este ano, a Receita Federal liberou 9.709.829 restituições do imposto de renda. O volume total dos recursos depositados na conta-corrente dos contribuintes foi R$ 10,281 bilhões. O maior lote foi o quinto, pago em outubro, com 2.656.556 contribuintes e R$ 2,448 bilhões em restituições.

Educação financeira para crianças

24 de novembro de 2011

Tratar a criança como um adulto e conversar usando termos financeiros que ela não entende, mimar demais e dar tudo o que ela quer ou dar mesada cedo demais são algumas das coisas que confundem a cabeça dos filhos com relação à gestão do seu próprio dinheiro.

É sabido que muitas crianças e jovens do século XXI vivem rodeados do consumismo que afeta o nosso mundo pós-moderno, no entanto, a família tem um papel primordial no que diz respeito à educação e ao desenvolvimento global das crianças. É responsabilidade dos pais a introdução de hábitos saudáveis de consumo e o desenvolvimento das habilidades financeiras de suas crianças. Tudo com muita paciência, bom humor, carinho e principalmente respeitando as fases do desenvolvimento infantil.

É necessário começar a alfabetização financeira de maneira lúdica, com jogos e brincadeiras, mas sem jamais esquecer-se dos exemplos. ‘Suas ações falarão tão alto que a criança não poderá escutar o que você diz caso as palavras sejam contradizentes. Explico: as crianças são excelentes observadoras, aprendem por imitação e lembram-se durante muito tempo das brincadeiras infantis. Elas reproduzem o meio social em que vivem, repetem gestos, comportamentos e até a fala dos adultos com os quais convivem.

Assim, antes começar a ensinar as suas crianças os melhores métodos de organização e planejamento do dinheiro, proponha-se a também organizar a sua própria vida financeira.

Veja aqui um comentário em vídeo sobre o tema.